13.04.20

Tom Fletcher conversou com a The Bath Magazine, e falou sobre a pausa e o retorno do McFly além de seus projetos futuros com The Christmasaurus e a rotina com seus filhos.

“Sempre fomos bons amigos, mas passamos tanto tempo juntos que era difícil ter uma perspectiva e as emoções tomaram conta. No final, quase parecia um casamento conturbado, só que com quatro de nós! Era como um casamento, porém mais intenso – que foi observado pelo mundo e que era difícil lidar com a pressão.” – Disse o guitarrista.

Tom Fletcher, Danny Jones, Dougie Poynter e Harry Judd se juntaram pela primeira vez como McFly em 2003 quando Tom tinha apenas 18 anos e alcançaram o #1 com músicas como Five Colours In Her Hair e Obviously. Tom admite que a emoção de chegar em um ponto tão alto tão cedo teve o contraponto de crescer aos olhos do público e lidar com todas as inseguranças que cercam você: “Como tudo na vida, há tempos bons e ruins, mas quando você é muito jovem e está sob olhos do público, como nós estávamos, tudo se torna exagerado com todas as emoções e ansiedade que você sente durante a adolescência.”

Após o primeiro álbum (Room on the 3rd Floor) que rendeu dois discos de platina, o McFly lançou mais quatro álbuns entre 2005 e 2010, e o single de 2005 do Comic Relief, It is All About You. Antes de 2016, além do grupo, eles estavam todos colaborando em outros projetos, como a série de livros infantis “The Dinosaur that Pooped” que Tom escreveu com o colega de banda, Dougie Poynter.

A divisão de caminhos em 2017 – nunca um rompimento oficial – viu cada um deles seguir seu próprio caminho, concentrando-se mais na família, experimentando coisas novas e encontrando algum espaço privado também. Para Tom, isso foi uma grande mudança de ritmo.

“Depois do McBusted as coisas ficaram difíceis e parecia que estávamos totalmente fora de sincronia. Suponho que havia mais de nós envolvidos e os laços que tínhamos como grupo pareciam perder a cola. E nossas vidas pessoais estavam sofrendo.”

Fletcher é casado com sua namorada de infância Giovanna e eles têm três filhos pequenos, que demandam cuidados, mas é nítido que Tom adora cada momento, embora haja dificuldades: “Eu esqueci como é dormir! Mas me acostumei a colocar o sono em dia em outros momentos.” Ainda sobre as crianças, Tom diz que Buzz é fascinado por música e quer estar envolvido em todas as etapas enquanto Buddy, filho do meio, não é muito interessado – ele acha que super-heróis são melhores.

O primeiro livro solo de Tom, The Christmasaurus, publicado em 2016, foi indicado na categoria “Children’s Book of the Year” na premiação “British Book Awards” e segue a vida de menino em cadeira de rodas que embarca em aventuras no Polo Norte. O livro foi adaptado para um musical que foi performado em West End, em Londres, no final de 2017, estrelado por Tom, sua irmã e atriz de teatro Carrie Hope Fletcher, sua esposa (e também atriz) Giovanna, o baterista do McFly Harry Judd e o integrante da banda Busted, Matt Willis – e há uma animação hollywoodiana em produção, dirigida por Michael Gracey.

Sobre o processo de criação do livro, Fletcher disse: “O livro começou com uma música chamada “The Christmasaurus”! Essa música inspirou toda a história e, quando comecei a escrever o livro, escrevi mais músicas que me ajudaram a contar a história e dar vida aos personagens.”

Após um intervalo de três anos, o McFly se apresentou na O2 Arena de Londres em novembro de 2019, além de lançar uma música todas as semanas de seu novo álbum, Lost Songs, na preparação para o show.

“Três anos foi muito tempo para estarmos separados e isso criou um vazio enorme. O show na O2 foi incrível, foi tão bom estar de volta com meus amigos! Nenhum de nós sabia como seria, mas funcionou e as pessoas pareciam adorar.”

O álbum Lost Songs foi um álbum gravado em 2011 que foi colocado em espera quando eles formaram o McBusted. “Todos nós sentimos que essas músicas precisavam ser ouvidas para chegarmos à próxima parte da jornada do McFly.”

Fletcher é modesto em relação ao McFly e seu sucesso e aprecia profundamente as oportunidades que tiveram: “Tivemos muita sorte como músicos. Nossa música tocou e as pessoas ficaram atrás de nós, mas há muitos músicos talentosos por aí que não tiveram as chances que tivemos e que nunca tiveram uma boa plataforma para se exibir.”

Tom não tem vontade de seguir sozinho, como muitos outros membros de bandas fizeram. Parece que a união do grupo nos primeiros anos foi genuinamente baseada em amizades muito próximas e alianças musicais: “Em termos de música, sempre foi sobre a banda, não sobre nós como indivíduos. Pode ser a minha formação em teatro musical que definiu essa nota, mas sempre pareceu uma colaboração e isso nos fez sentir mais fortes.”

O McFly estava programado para se apresentar no último final de semana do Bath Festival em maio, mas a produção do festival está reagendando o show para o próximo outono.

Fonte:  The Bath Magazine | Tradução e adaptação: MBR Team

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